Disponibilidade biológica do fósforo de diferentes fontes para eqüinos em crescimento
- Autor(es):
Furtado, Carlos Eduardo (Universidade Estadual de Maringá. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Zootecnia);
Tosi, Hugo (Universidade Estadual Paulista. Fundação Carlos Alberto Vanzolini. Departamento de Zootecnia de Não-Ruminantes);
Vitti, Dorinha Miriam Silber Schmidt (Universidade de São Paulo. Centro de Energia Nuclear na Agricultura).
- Fonte:
Pesquisa Agropecuária Brasileira; volume 35, número 5, páginas 1011-1016. Maio 2000.
- Assuntos:
cavalos;
dieta;
necessidades nutricionais;
nutrientes minerais;
perdas nutricionais;
defecação;
nutrição animal.
- Resumo:
Objetivou-se neste estudo, determinar a disponibilidade biológica do P de diferentes fontes, para eqüinos em fase de crescimento. Utilizaram-se dezesseis eqüinos machos em fase de crescimento, submetidos à aplicação de quatro fontes fosfatadas -- fosfato de rocha de Tapira (TAP), fosfato de rocha de Patos de Minas (PAT), fosfato bicálcico (BIC) e farinha de osso (FOS) --, adicionadas à dieta basal em quantidades suficientes para fornecer 22 g de P/animal/dia. No 16º dia, foram-lhes injetados 30 MBq de 32P/animal, e coletaram-se amostras de sangue, fezes e urina, durante sete dias. Foram determinadas as atividades específicas no plasma, fezes e urina e calculou-se a perda endógena fecal e a absorção real de P. Os valores obtidos quanto ao P consumido, P excretado, P no plasma e P retido não apresentaram diferenças estatísticas (P>0,05). Os valores de absorção real do P do TAP, PAT, BIC e da FOS foram, respectivamente, 25,23%, 33,97%, 31,71% e 29,36%. Não houve diferenças estatísticas (P>0,05) entre as fontes estudadas. Em relação ao BIC, as rochas fosfáticas apresentaram altos valores de disponibilidade biológica.
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