Eletroestimulação muscular: alternativa de tratamento coadjuvante para pacientes com doença arterial obstrutiva periférica
- Autor(es):
Medeiros, Ana Helena de Oliveira (Faculdade Integrada do Recife);
Chalegre, Sintya Tertuliano (Faculdade Integrada do Recife);
Carvalho, Celina Cordeiro de (Universidade Federal de Pernambuco, Faculdade Integrada do Recife).
- Fonte:
Jornal Vascular Brasileiro; volume 6, número 2, páginas 156-162. Junho 2007.
- Assuntos:
Doença arterial obstrutiva periférica;
eletroestimulação;
músculo esquelético.
- Resumo:
A doença arterial periférica faz parte de um grupo de patologias vasculares que evolui de forma lenta e progressiva. A proposta deste artigo foi avaliar, por meio de revisão bibliográfica, os possíveis benefícios da eletroestimulação crônica como tratamento coadjuvante para pacientes arteriopatas. De acordo com a literatura analisada, concluímos que a eletroestimulação é capaz de provocar alterações importantes no perfil metabólico das fibras musculares, convertendo-as do tipo II para o tipo I, o que induz o crescimento capilar, a densidade capilar e o suprimento de oxigênio. Desta forma, este recurso terapêutico aumenta a capacidade aeróbica oxidativa e a resistência à fadiga dos músculos isquêmicos. Assim, a eletroestimulação é mais um recurso terapêutico capaz de melhorar a habilidade para caminhar destes pacientes, diminuindo gastos com cirurgias de revascularização e complicações maiores.
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