Polis (Santiago)

Polis. Revista da Universidade Bolivariana , publica-se cuatrimestralmente nos meses de abril, agosto e dezembro da cada ano. É arbitrada e indexada a nível nacional e internacional. Seu nome deriva de uma tradição de pensamento clássico para a qual a cidade, e neste caso, a sociedade, é o horizonte de nossa acção como universidade. Nossa revista está pensada como uma contribuição à busca na sociedade actual do interesse público, de interesses generalizables e genéricos, que superem as limitações e rigidez próprias das miradas particulares ou corporativas, as quais sendo respetables como expressão da diversidade da sociedade, não podem, no entanto, pretender monopolizar a visão e a reflexão sobre temas que nos conciernen a muitos ou a todos. Sendo uma revista universitária numa sociedade como a actual, que apresenta crescentes tendências à fragmentação e a atomización, lhe corresponde se fazer parte da elaboração de perspectivas de análises, entendimento e de acção que contribuam a sua integração social e cultural. A ideia mesma de universidade implica não só a busca de conhecimentos universais senão, ao mesmo tempo, de enfoques e conceptualizaciones que possam fazer que nossa sociedade seja, em certa medida, uma pára todos. Polis pretende fazer manifesta a complejidad do mundo que vivemos. De uma parte, publicaremos resultados de investigações no âmbito das ciências sociais, bem como ensaios de carácter crítico, nos que se expressam as limitações dos discursos, e das realidades sociais e culturais; de outra parte, interessa-nos dar espaço ao pensamento alternativo, à busca de novos paradigmas, de novas propostas de pensar, de investigação, de novos saberes inter e multidisciplinarios, a novos processos de formação de conhecimentos, de aprendizagens que incorporem a experiência directa e os conhecimentos espontaneamente constituídos, nos quais as conceptualizaciones se articulem e enriqueçam numa relação sinérgica com as práticas. A primeira secção da revista, “Lente de aproximação” , como seu nome o sugere terá um carácter monográfico, procurando aprofundar um determinado tema na cada número. A segunda secção denomina-se "Cartografías para o futuro" e seu nome pretende indicar a apresentação de textos exploratorios que procuram gerar novos formas de saber ou de aproximação tanto a antigos como novos problemas sociais. A terceira parte da revista está dedicada à apresentação de "Propostas e avanços de investigação" que se estão a efectuar em nossa universidade como em outras no campo das ciências sociais em general. A quarta secção da revista "Bosquejo de uma nova episteme" reproduz textos breves, já publicados, justificados por sua qualidade, seu carácter inovador e polémico, e o facto de que sejam de difícil acesso para leitores não especializados. Sua publicação procura contribuir a problematizar a ideia de ciência em nossa universidade, e oxalá em outras universidades. A última parte da revista está dedicada a "Comentários e reseñas de livros" . Eventualmente a revista publica uma secção denominada "Dossier" que contém documentos cuja circulação nos interessa difundir no mundo académico.

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